Por Cristiano Alves Pimenta
Caros colegas, a Comissão de Cartéis da EBP, agora dirigida por Maria Josefina com a participação de Paola Salinas, Inês Seabra, Cristiana Galo e outros, reuniu-se no último Congresso de Membros da EBP com o objetivo de estabelecer e comunicar as diretrizes traçadas pela nova Comissão. Eu participei dessa reunião em que também estiveram presentes representantes das Sessões e Delegações da EBP e o novo diretor da Escola Marcelo Veras.
De maneira geral, o Diretor da EBP apontou como prioridade política da EBP fazer do trabalho em Cartel a via fundamental da formação analítica e da inserção na Escola. Ou seja, o cartel é a maneira privilegiada de se vincular à Escola. Marcelo Veras enfatizou que estar num cartel é ter um vínculo com a EBP e com a AMP, pois o nome de cada cartelizante regularmente inscrito é publicado na lista que é divulgada na AMP. Como disse Marcelo Veras “os cartéis são da AMP”.
Segue abaixo alguns pontos a respeito do funcionamento do cartel que foram ressaltados na reunião.
A Comissão de Cartéis encaminhará as inscrições dos cartéis, feitas no site da EBP, ao respectivo Diretor de Sessão ou Delegação. Este, por sua vez se incumbirá de verificar se o cartel está realmente em atividade e funcionando dentro do que se espera de um cartel, e de dar um retorno à Comissão de Cartéis dando seu parecer sobre cada cartel inscrito.
Quando um cartel é dissolvido o Mais Um deve comunicar ao Diretor de Sessão ou Delegação que, por sua vez, deverá comunicar à Comissão de Cartéis para que os procedimentos sejam tomados.
Quanto ao tempo de existência do Cartel ressaltou-se que um cartel não começa na data de sua inscrição no site, mas na data da primeira reunião de seus membros, devendo ser dissolvido em dois anos.
A inscrição no site, como já é sabido, deverá ser feita sempre pelo Mais Um.
Um cartel pode ser formado sem a participação de nenhum Membro da Escola, ou tendo um Membro que não seja o Mais Um. O que deve ser enfatizado é que seu funcionamento evite o funcionamento de grupo e de pura mestria. Assim, é necessário que os princípios do cartel sejam assegurados: cada um elabore sua questão (ou questões) e que o trabalho do cartel seja uma produção de cada cartelizante, produção feita a partir da singularidade de suas questões, etc.
Neste sentido, foi enfatizado que os cartéis de transmissão, como o cartel da Orientação Lacaniana não reduza seu trabalho à transmissão, mas que deixe lugar para a produção individual de cada cartelizante.
Quando um cartelizante deixa o cartel, este deverá ser dissolvido, podendo ser refeito com os mesmos cartelizantes que permaneceram. Nada impede que um cartel que se dissolva – seja por que um membro tenha saído ou porque esgotou seu tempo de dois anos – se recomponha com os mesmos membros e até mesma temática.
A Comissão comprometeu-se, juntamente com a Diretoria, a valorizar e divulgar as produções dos cartelizantes. Para isso, o Boletim DOBRADIÇA se incumbirá da divulgação dos textos produzidos, das informações sobre cartéis, como o calendário das atividades, etc.
Os cartéis chamados Fulgurantes, que têm curta duração, deverão, como os demais cartéis, serem inscritos normalmente no site. Os interessados em formar um cartel poderão se inscrever no PROCURA-SE, no site da EBP. Os nomes lá permanecerão por seis meses.
Para obter mais informações pode-se dirigir diretamente à Maria Josefina, por meio de seu e-mail, publicado no site da EBP.
Atenciosamente.
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