Delegação GO/ DF EBP fará um recesso em suas atividades no mês de Julho, aproveitem o descanso!
Entretanto , já convidamos para o retorno em AGOSTO dia 02 e 03 a participarem da primeira atividade do segundo semestre com o Psicanalista Marcelo Veras, Membro da EBP-BA/AMP que fará mais um preparatório para o ENAPOL 2019 intitulado “O Amor e o Ódio nas redes sociais “. Um tema corriqueiro observado no dia-a-dia da sociedade e que poderá ser analisado a luz da Psicanálise. Marcelo Veras também lançará seu livro “Selfie, logo existo”. Faça sua inscrição pelo e-mail - eventosdg.godf@gmail.com - o quanto antes, as vagas são limitadas.
A primeira de uma série de atividades que iremos promover como preparatório para o ENAPOL “Ódio, cólera e indignação “, IX Encontro Americano do Campo Freudiano que acontecerá nos dias 13 a 15 de setembro em São Paulo.
Hoje, dia 23 de fevereiro de 2019, Maria Josefina Fuentes, a Pepita, realizou seu testemunho de passe em Goiânia, uma gentileza com o Delegação GO/DF. Com o apoio da UNIALFA, representada pela Professora Hérica Landi, tivemos o auditório desta universidade lotado para ouvir este testemunho, em torno de 80 pessoas ouvindo de forma atenciosa e participativa.
Encontramos o passe de Maria Josefina no livro Aposta no passe de de Jacques-Alain Miller e colaboradores.
Seu último livro: As mulheres e seus nomes. Lacan e o feminino.
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EFEITOS TERAPÊUTICOS RÁPIDOS
No Estudo da Clínica desta semana, trabalharemos o Caso Marta, onde o analista teve apenas três encontros com a analisante.
Segundo Miller (2005) esse caso nos mostra uma dimensão que não percebíamos até agora, sobre a eficácia incrível da psicanálise lacaniana.
Diz ele na Conversação: “Sou a favor de continuar, de buscar, de trabalhar, de explorar essa dimensão de nossa prática e recopilar esses casos de tratamentos breves, autênticos e completos à sua maneira. Lacan disse que não é uma só vez, que se faz o trajeto, disse-o na Proposição de 9 de outubro de 1967 para o Psicanalista da escola, e também no sem. 11. ” (Miller, 56-57).
Em uma análise há ciclos, momentos que as vezes o sujeito pensa em sair e depois é enganchado de novo no trajeto, eventualmente mais longo. “Aqui temos ciclos iniciais completos. ” Miller lembra que tendemos a pensar a análise como um processo infinito, mas “para Lacan uma análise é perfeitamente terminável e essa é a prova, é como uma análise em redução. ” Entretanto, não deixa de pontuar que, para ter condição de conduzir um tratamento assim, é necessário ter feito uma longa análise pessoal.
Venha estudar conosco a Clínica de OL. A atividade é aberta.
Ordália Alves Junqueira
Venha estudar conosco a Clínica de OL. A atividade é aberta.
Ordália Alves Junqueira
Cai ou não cai?
por Ordália Junqueira
Marcela Anteloo (no Boletim "Polifonias", n. 5, do XXII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano)2018), interroga: Se o falo é o chumbo da malha que nos tece, como disse Marcus André Vieira (em Latusa, n. 17, 2012) , poderíamos dizer que o falocentrismo nasce caindo? "O falocentrismo: cai ou não cai? Tomara que caia", afirma a psicanalista.
Aposta-se que nos relatos de casos clínicos, podemos aprender e apreender algo sobre o que cai... Na "Clínica do trauma", por exemplo, isso pode aparecer. No Caso Minna, onde a demanda inicial chega pelo trauma causado pelos atentados no trem de Madrid, em vinte sessões, a queda se dá do "pai-todo-amor".
por Ordália Junqueira
Marcela Anteloo (no Boletim "Polifonias", n. 5, do XXII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano)2018), interroga: Se o falo é o chumbo da malha que nos tece, como disse Marcus André Vieira (em Latusa, n. 17, 2012) , poderíamos dizer que o falocentrismo nasce caindo? "O falocentrismo: cai ou não cai? Tomara que caia", afirma a psicanalista.
Aposta-se que nos relatos de casos clínicos, podemos aprender e apreender algo sobre o que cai... Na "Clínica do trauma", por exemplo, isso pode aparecer. No Caso Minna, onde a demanda inicial chega pelo trauma causado pelos atentados no trem de Madrid, em vinte sessões, a queda se dá do "pai-todo-amor".
Os atentados denunciam o real sem lei, em um mundo que tinha lei (de Minna): a lei do pai, a lei do "pai-todo-amor", a lei da fé religiosa. Segundo Miller, "Em meio ao caos dos atentados, dos pesadelos, da sintomatologia pós-traumática, uma lógica impecável é aberta."
Venham estudar conosco esse precioso caso de Araceli Fuentes "O fio da vida", publicado pela Editora Scriptum Livros em 2008: "Efeitos terapêuticos rápidos em Psicanálise: conversação clínica com Jacques-Alain Miller em Barcelona-2005.
A atividade é aberta, coordenadda por Ordália A. Junqueira - Membro EBP-AMP.
Venham estudar conosco esse precioso caso de Araceli Fuentes "O fio da vida", publicado pela Editora Scriptum Livros em 2008: "Efeitos terapêuticos rápidos em Psicanálise: conversação clínica com Jacques-Alain Miller em Barcelona-2005.
A atividade é aberta, coordenadda por Ordália A. Junqueira - Membro EBP-AMP.
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DESCONTO PARA PROFISSIONAIS DA SAÚDE E DA EDUCAÇÃO no curso e conferência internacional no Cine Bougainville (70,00).
O tema interessa a professores, coordenadores, profissionais da educação.
Oportunidade ímpar para conhecer como
a clínica psicanalítica trabalha com crianças autistas. Primeiro, no dia 24 de
agosto, as 19:00h, veremos o filme A Céu
Aberto de Mariana Otero, é um documentário sobre o autismo numa Escola de
Educação Especial na Bélgica – Le Courtil – onde se diz : “cada criança é um
enigma”. Em seguida teremos os comentários de Valéria Ferranti, psicanalista
membro da EBP- AMP, que possui uma larga experiência em sua clínica e coordena
o Núcleo de Pesquisa com Criança – Ciranda de São Paulo. Em um terceiro tempo,
25 de agosto, um gran final com o
curso ministrado por Valéria Ferranti- Autismo e Psicose na Infância e uma
conferência internacional - Saídas do Autismo - Dispositivos Institucionais,
com Véronique Marriage, psicanalista Membro da École de la Cause Freudienne e a
diretora terapêutica na Courtil desde a sua criação. Venha ao cinema e faça sua
inscrição para o curso no email: eventosdg.godf@gmail.com.

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Pode-se perguntar: Por que pensar sobre o PASSE, como orientação de formação analítica? Ouso destacar que uma das tarefas éticas de um Membro de Escola é estudar os FINAIS DE ANÁLISE, principalmente para orientar o seu INÍCIO. Andamos, trabalhamos para chegar a Um lugar. Por isso, na orientação lacaniana, os AEs são convocados ao "Trabalho de transmissão" para a comunidade analítica, para a Escola.
Segue-se algumas considerações sobre esse "dispositivo" que se inicia, caminha e chega ao seu final:
Em 1900, SIGMUND FREUD inventou - ouvindo as suas histéricas - o dispositivo analítico: “você fala (livremente), eu ouço”. Partindo do inconsciente sozinho ele criou os pares, uma fala com um endereçamento (ao analista). Freud assim, inventou o INÍCIO do dispositivo psicanalítico, por isso mesmo é considerado, desde sempre, o PAI da psicanálise.
Em 1967, JACQUES LACAN inventou o PASSE, [anunciado em seu escrito: “A proposição de 9 de outubro de 1967 sobre o psicanalista da Escola”]. Lacan assim inventa o FINAL da análise, afinal, para onde caminha o dispositivo analítico (inventado por Freud)? Que direção (de cura) dar a esse dispositivo?
Pode-se adiantar que sem essa invenção de Lacan, a experiência de análise ficaria nebulosa e hoje até poderia significar uma derrota. (Se considerarmos que no final há uma resolução da transferência, com a queda do sujeito suposto saber).
Pode-se dizer, ouvindo as transmissões dos AE (Analistas da Escola), e acompanhando também o ensino de Lacan (do clássico ao último) conduzido principalmente de JACQUES ALAIN-MILLER, que a teoria mudou, e continuará mudando, entretanto, o dispositivo (analítico), criado por Freud, NÃO mudou: Um endereça a um outro sua fala, e esse outro - no caso o analista - ouve, intervém, sendo esse o trabalho de análise e só trabalhando é que se chega ao seu final. Como um jogo de xadrez (comparou FREUD): tem um INÍCIO, há um dispositivo, com formas diferentes de “jogadas”, até chegar ao seu FINAL. Dentro do passe se vê formas diferentes, singulares, pois o Real está no sintoma.
Assim, "pensar sobre o PASSE" é importante para a formação do analista "por ser um dispositivo inventado por Lacan, para o controle de entrada na Escola, diferente de outras instituições psicanalíticas."
Daremos continuidade a essa Atividade (que teve a Aula Inaugural em 9 de junho na PUC-GO) na sede da Delegação GO/DF em Goiânia. A atividade é aberta aos interessados na psicanálise de orientação lacaniana, coordenada por Ordália Alves Junqueira.
Até sábado!
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publicado em 30/07/2018

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publicado em 07/06/2018
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Publicado em 04/06/2018
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A PSICANÁLISE NA CIDADE, O PASSE NA CIDADE.
Ordália A. Junqueira
Membro EBP-AMP
junqueira.ordalia@hotmail.com
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Iniciaremos neste mês de junho, uma nova atividade de trabalho e transmissão da psicanálise de orientação lacaniana, na Delegação GO/DF-EBP-AMP. A Aula Inaugural acontecerá "na cidade", em um espaço universitário -PUC-GO.
A pergunta “O que é tornar-se analista? ” Não cessa de não se inscrever.
Como, na Escola de Lacan, se faz a formação de um analista? À princípio, é importante apontar que existe a psicanálise em extensão (formação teórica) e a psicanálise em intenção (análise pessoal).
Sabe-se que a psicanálise é uma clínica do encontro (com o real). Se é uma clínica do encontro, que não é contingente, podemos perguntar:
Onde se instalará um discurso que não é da fala comum? A importância da psicanálise está em intervir, desde a subjetividade do sujeito, naquilo que lhe faz sintoma a partir da vida cotidiana.
Adianto que ninguém procura um analista por “crer” em seu inconsciente. A procura se dá por uma crença no sintoma, naquilo que “não vai bem”. O inconsciente aparece depois, já no dispositivo analítico.
Segundo Jésus Santiago (2018), "paixão de análise" é "paixão ao sintoma". Para o psicanalista, "[...] padece-se do trauma da colisão do significante sobre o corpo, porém é o amor ao sintoma que encaminha o sujeito a explorar o mal-entendido até seus últimos recônditos. Esse amor se exprime pela suposição, pela crença de que a experiência da análise produziria em seu desfecho final, um laço inédito com o sintoma." (SANTIAGO, 2018. Opção lacaniana, n. 78, págs. 75-76).
Cabe lembrar, que é pela transferência que o sujeito se implica na experiência de sua análise, na tentativa de confessar seu gozo, diz Lacan (1985, p. 111) no capítulo Saber e Verdade do Seminário Mais Ainda.
Segundo Marcus André Vieira, (2016) O Passe como ponto central da formação do analista, aparece como o "caminho privilegiado para a entrada do analítico no social." Marcus lembra que "o passe é a demonstração de como a Transferência leva a um novo laço com o Outro, não mais restrito à fantasia." Situa Lacan em "Televisão", trazendo o analista, como lugar de uma novidade, sendo a possibilidade, para Lacan, de "saída do discurso capitalista." Para isso, será necessário que o passe do analista deixe de ser "apenas para alguns", que possa ser tomado no plano da transmissão e não só nomeação. Aqui, o psicanalista pontua "a ênfase se desloca do analista na cidade para o passe na cidade." (VIEIRA, 2016, Revista Correio, n. 78, pág.58).
A atividade é aberta aos profissionais e alunos.
Até sábado.
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publicado em 12.04.2018
Publicafo em 02/07/2017
Dia 07 de abril de 2018, no Seminário de Orientação Lacaniana, apresentaremos a quinta lição do seminário de Jacques-Alain Miller, “Coisas de fineza em psicanálise”. Nesta lição, averiguaremos, a partir do escritor irlandês James Joyce, a odisseia que perpassa o universal, o particular e o singular, isto é, o sinthoma. Nessa odisseia, vê-se que há um sinthoma em cada um. Jacques Lacan cria o conceito de sinthoma a fim de designar o singular, o fora da clínica, o fora da classificação, o singular em sua quintessência. Deparamo-nos, assim, com James Joyce, a saber, um caso sem análise. Freud, ao debruçar-se sobre as “Memórias de um doente de nervos”, do presidente Schereber, não apenas inferiu e pesquisou, mas também interferiu na estrutura da clínica psiquiátrica de sua época. Em um percurso epistêmico e dialético, Lacan avança sem prescindir e se debruça sobre Joyce, o nāo-analisado, que é uma figura colocada como paradigma do que se pode obter do sujeito no fim da análise, pois ele soube encarnar seu sinthoma.
Rosangela Ribeiro
publicado em 02/03/2017
Atividade restritas aos participantes formais da Delegação
Publicado em 28/02/2018
A Orientação Lacaniana é o acompanhamento dos eixos que orientam nosso estudo e nossa prática em todas as Escolas da Associação Mundial de Psicanálise. uma oportunidade de acompanhar um estudo da obra de Lacan, realizado por Jacques-Alain Miller e partir disso, diz Miller: "se eu tivesse de qualificar o que fiz e que, talvez, deveria ter feito mais, diria: é traduzir Lacan. É uma tradução."
Secretaria de Biblioteca
Delegação GO/DF
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publicado em 25/01/2018
XXII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano
A queda do falocentrismo - suas consequências para a psicanálise
Com a presença de Éric Laurent
Data: 23 a 25 de novembro de 2018
Local: Hotel Windsor Barra - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Margarida do Amaral silva. Antropóloga e letróloga. Mestra em Patrimônio Cultural. Mestra em Antropologia Social. Doutora em Psicologia. Pós-doc em Arte e Cultura Visual pela Faculdade de Artes Visuais da UFG. Pós-doc em Estudos Culturais pelo Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Veja a chamada de Marcelo Veras para a Atividade Preparatória da X Jornada da Delegação Goiás/DF - Loucuras Discretas entre nós.
Clique no link abaixo:
PREPARATÓRIA PARA A X JORNADA - "LOUCURAS DISCRETAS ENTRE NÓS"
Marcelo Veras é psiquiatra, psicanalista membro da Escola Brasileira de Psicanálise, seção Bahia, EBP-AMP, virá a Goiânia e fará duas atividades. Em uma parceria com o Shopping Bouganville /Cine Lumiere levaremos o discurso da Psicanálise de orientação lacaniana para a cidade. Em 1 de setembro haverá a apresentação e debate do filme "A loucura entre nós", e no dia 2 de setembro, o curso "Loucura discretas e a clínica nós". Informações e inscrições em eventosdg.godf@gmail.com. A Psicanálise na cidade se faz presente a quem possa interessar.
Acesse: http://cinemaslumiere.com.br/cinemapsi
PROGRAMA DA JORNADA DE CARTEIS - 19/08/17
Mais uma atividade ligada a Assuntos de Família, como preparatória para o VIII-Enapol. Neste sábado reuniremos para a apresentação dos trabalhos realizados pelos carteis formados sobre o tema. Esta é uma atividade aberta para os interessados em psicanálise. Venha discutir conosco!
“O cartel é um dispositivo que nasce do impossível de ensinar, que toma de assalto cada um, despertando o desejo de falar mais sobre isso, provocando a elaboração e acolhendo a enunciação que brota no lugar vazio do saber […] Lacan nos deixa a aposta de que em cada cartel, assim constituído, está a Escola e por ali, vive o germe que a anima”. (Fernanda Otoni)
SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO LACANIANA
Nossos encontros mensais têm como objetivo o estudo dos seminários de Jacques-Alain Miller, ministrados entre 2008 e 2009, nos quais são enfatizados o singular da experiência analítica e textos dos "Escritos"(1966) e dos "Outros Escritos" (2001). Esta abordagem da leitura milleriana prima por dois conceitos fundamentais da obra de Lacan, a saber, desejo e gozo.
Rosângela Ribeiro
INSCRIÇÕES VIII ENAPOL - Informe
Foi ampliado o prazo para as inscrições com preço promocional para o VIII ENAPOL - "Assuntos de família - seus enredos na prática".
Valor especial até o dia 09 de agosto.
PREPARATÓRIA PARA O ENAPOL 2
O ENAPOL está se aproximando em Setembro e Iniciaremos o segundo semestre de atividades na Delegação a todo vapor!! Teremos no dia 12 de Agosto a presença da convidada ELIANE COSTA DIAS, para nos oferecer um ensino a partir de uma conversação preparatória para o ENAPOL. A presença de Eliane foi uma sugestão de nossa conselheira. Ela é Psicanalista, membro da Escola Brasileira de psicanálise (SP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP). Sócia fundadora da CLIPP - Clínica Lacaniana de Atendimento e Pesquisa em Psicanálise (Instituto do Campo Freudiano em São Paulo), onde é docente no Curso de Psicanálise e coordenadora do Núcleo de pesquisa em Psicanálise e Medicina. Doutoranda no Instituto de Psicologia da USP/SP.
Esta atividade estará aberta ao público a partir de uma contribuição de 50,00 (cinquenta reais). Os participantes em dias com suas contribuições não precisarão efetuar o pagamento desta taxa de custo.
JORNADAS DE CARTÉIS - PREPARATÓRIA PARA O ENAPOL
Colegas,
Abaixo um convite da Secretaria de Cartéis iniciando suas atividades junto com a Coordenação. Esse convite se estende a todos os participantes da Delegação GO/DF e aqueles que participam de Núcleos de pesquisas e Seminários. Os coordenadores dessas atividades devem replicar esse convite aos seus convidados, estimulando a participação e fomento dos cartéis, de forma a que todos possam contribuir e experimentar esse modo de trabalho compartilhado. O resultado do trabalho será apresentado no dia 19 de Agosto. Desse modo, o mês de Julho e início de Agosto servirão para os encontros e formulações.
Um abraço,
Ceres Leda Rubio - Coord. Geral Delegação GO/DF
“O cartel é um dispositivo que nasce do impossível de ensinar, que toma de assalto cada um, despertando o desejo de falar mais sobre isso, provocando a elaboração e acolhendo a enunciação que brota no lugar vazio do saber […] Lacan nos deixa a aposta de que em cada cartel, assim constituído, está a Escola e por ali, vive o germe que a anima”. (Fernanda Otoni)
Caros amigos,
A secretaria de Cartéis da atual Coordenação da Delegação GO/DF inicia seus trabalhos com uma atividade preparatória para o VIII ENAPOL – Assuntos de família – seus enredos na prática. Para tanto, estamos preparando uma Jornada de Cartéis Relâmpagos centrada nesse tema.
Seguiremos, o mais perto possível, o modelo de formação de um cartel em psicanálise.
Para aqueles que ainda não conhecem essa forma de transmissão, trata-se de um movimento em que 4 pessoas se reúnem por terem em comum o interesse de pesquisar determinado assunto. Em seguida, elegem um quinto membro para ocupar a função de mais-um, esse ‘um a mais’ é aquele que vem para descompletar o grupo, evitando que ali prevaleça uma coesão imaginária. Depois de instaurado, o Cartel tem um tempo marcado para concluir seus trabalhos, tudo isso culminando na apresentação do resultado das cinco pesquisas.
Nossos cartéis serão relâmpagos porque o momento de conclusão não avançará além do dia 19 de agosto, quando será nossa Jornada de Cartéis. Essa brevidade certamente não afeta a qualidade do trabalho realizado, pois o tempo cronológico não prevalece sobre a lógica do cartel.
Escolhemos manter como temas para a formação dos cartéis 10 dos eixos temáticos do VIII ENAPOL, na certeza de que pelo menos um entre tantos se tornará para cada um de nós irresistível fonte de pesquisa.
Também encontraremos no site do Enapol extensa bibliografia que contempla todos os eixos temáticos.
Após decidirem pelo assunto em que querem se aprofundar um pouco mais, enviem, um por um, um email com o tema eleito para ruskaya.maia@gmail.com com cópia para geanine1@gmail.com. Essa etapa poderá se estender até o dia 08 de julho. Em seguida, reuniremos os nomes daqueles que escolheram o mesmo eixo em grupos de 5 para completar a formação do Cartel, que é de 4 + 1. Depois disso mais uma vez enviaremos por e-mail, também um por um, apontando os seus pares do Cartel. Daí em diante, vocês poderão entrar em contato entre si para se reunirem.
Os eixos temáticos são:
1) A Família e sua construção.
2) Sintomas familiares, Famílias sintomáticas.
3) Conflitos Familiares: destino ou responsabilidade.
4) Violência e segregação familiares.
5) Garotos maus, crianças sozinhas.
6) Que coisa é um irmão?
7) As novas Configurações familiares: do pai de família às parentalidades.
8) Efeitos da ciência e das técnicas de reprodução nas novas configurações familiares.
9) Transformações da intimidade: o privado se torna público e o público “familiar”.
10) As novas leis de identidade de gênero e o matrimônio igualitário: consequências subjetivas e familiares.
As Referências bibliográficas para estudo e pesquisa você poderá encontrar no link abaixo, o mesmo fornecido pelo ENAPOL:
Na expectativa da adesão de todos, desde já nos colocamos disponíveis para qualquer outro esclarecimento.
Forte Abraço,
Ruskaya Maia – Secretária de Cartéis da Delegação GO/DF
Ceres Lêda F. F Rubio - Coord. Geral Delegação GO/DF
PROGRAMA DO II ENCONTRO TyA BRASIL
“SOZINHOS E INTOXICADOS”
8h Credenciamento
8h30 Abertura: Maria Wilma S. de Faria (Responsável pela Rede TyA Brasil)
Conferência: Jésus Santiago - A Toxicomania
Verdadeira Como Paradigma da Psicose Ordinária
10h Eixo: Toxicomania e Psicose
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Psicose ordinária & toxicomania –
Núcleo TyA Bahia. Relator: Pablo Sauce
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O tratamento do Outro em um caso de toxicomania - Núcleo
de Investigação e Pesquisa Psicanalítica nas Toxicomanias e no Alcoolismo - TyA
Minas Gerais. Relatora: Lilany Pacheco
·
A toxicomania, o falo e a psicose -
Núcleo de Pesquisa Psicanálise & Toxicomania – CLIPP- TyA São Paulo.
Relator: Durval Mazzei
Debatedor: Antônio Beneti
11h45 Lançamento da Revista Pharmakon Digital nº 2
14h Eixo: Toxicomania ou Adições?
·
De um falo que mascara o real do sexo -
Núcleo de Investigação e Pesquisa sobre o Amor e a Sexuação – TyA Paraná.
Relator: Cesar Skaf
·
Sobre cócegas, drogas e labaredas -
Núcleo de Pesquisa em Toxicomania e Psicanálise (CLIN-a) – TyA Ribeirão Preto.
Relator: José Danilo Canesin
·
Silêncio: os sinais da pedra -
Núcleo de Pesquisa em Toxicomania de Brasília/DF- TyA. Relatora: Giovanna
Quaglia
Debatedora: Elisa Alvarenga
16h Eixo: A solidão do gozo na parceria com o objeto
droga
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Da parceria com a droga, a um laço possível – TyA
Rio de Janeiro. Relatoras: Ana Martha Maia e Selma Pau Brasil
·
O Um sozinho e a solução toxicômana –
Núcleo de Investigação e Pesquisa nas Toxicomanias e Alcoolismo – TyA Paraíba.
Relatora: Cassandra Dias Farias
·
Não há parceria que exclui a solidão – TyA
Santa Catarina. Relator: Leonardo Scofield
Debatedor: Oscar Reymundo
18h Encerramento
I COLÓQUIO INTERNACIONAL DO OBSERVATÓRIO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
02 e 03 de maio em Belo
Horizonte
"Mais além do gênero: O corpo do
adolescente e seus sintomas"
O I Colóquio Internacional do Observatório da Criança e do
Adolescente será realizado em Belo Horizonte, no Salão Nobre da Faculdade de
Medicina da UFMG, nos dias 02 e 03 de maio, discutindo a temática: MAIS ALÉM DO GÊNERO: O CORPO ADOLESCENTE E SEUS SINTOMAS
Constará de conferências, mesas de apresentação de trabalhos
desenvolvidos pelos membros do Observatório e convidados, além de exposição,
lançamento de livros, exibição de vídeos e intervenções artísticas.
As inscrições podem ser feitas diretamente com as integrantes do
Observatório, ou por meio do contato: oca.inscricao@gmail.com, informando
nome completo, vínculo acadêmico (no caso de estudantes); bem como
enviando cópia (escaneada ou fotografada) de recibo de depósito
a ser realizado na conta 02333-2 agência 4540 do Banco
Itaú.
Valor para estudantes de graduação e pós-graduação: R$ 30,00
Demais participantes: R$ 50,00
Serão emitidos certificados aos inscritos. A programação completa
estará disponível em breve.
EVENTO SATÉLITE ENAPOL
SEGUNDO COLÓQUIO INTERNACIONAL TyA
03 de setembro em São Paulo
“Adições de nosso tempo: variações do gozo contemporâneo”
No próximo dia 3 de setembro, acontecerá em São Paulo o “Segundo Colóquio Internacional da Rede TyA” . Iremos investigar as adições de nosso tempo que nos remete a um muito além das substâncias lícitas ou ilícitas. Adições no plural indica que não há uma única forma de um sujeito se intoxicar, mas que a modalidade de gozo da atualidade implica que tudo ou qualquer coisa pode vir a se transformar em “droga”, em um deslizar metonímico sem fim: jogo, sexo, internet, celular, facebook, relações…
A clínica das toxicomanias também tem muito a nos ensinar sobre a iteração do gozo solitário que, devastador, assola os corpos. Gozo solitário; gozo do um; captura do gozo via olhar, o que há de novo na clínica das toxicomanias? Vivemos uma época marcada pela toxicomania generalizada? Como a Psicanálise responde aos novos sintomas? Estas e outras questões orientarão nosso II Colóquio.
TYA : espaço Vivaldi – piso C2 – WTC
Informações: Maria Wilma S. de Faria
mwilma62@gmail.com
Dias 21 e 22 de agosto de 2015 acontecerá a VIII Jornada da DG
“Que
forma toma aqui a função imaginária, na medida em que está enganchada,
em que atrai, as duas cadeias do discurso, a cadeia reprimida e a cadeia
patente, manifesta?”
(Lacan. Seminario 6, p.527 )O que pode revelar uma imagem? Que poder uma imagem pode exercer? É inegável a importância da imagem e seu poder de penetração nos dias atuais. A realidade virtual muito tem contribuído para o crescimento deste poder e é na VIII Jornada da Delegação Geral Goiás/DF da Escola Brasileira de Psicanálise - A imagem, seu império e o resto, em agosto deste ano, que discutiremos questões que nos levam a pensar as consequências disso na vida das pessoas e na prática da psicanálise.
(Lacan. Seminario 6, p.527 )O que pode revelar uma imagem? Que poder uma imagem pode exercer? É inegável a importância da imagem e seu poder de penetração nos dias atuais. A realidade virtual muito tem contribuído para o crescimento deste poder e é na VIII Jornada da Delegação Geral Goiás/DF da Escola Brasileira de Psicanálise - A imagem, seu império e o resto, em agosto deste ano, que discutiremos questões que nos levam a pensar as consequências disso na vida das pessoas e na prática da psicanálise.
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ARGUMENTO: VII JORNADA DA DELEGAÇÃO GERAL GO/DF DA ESCOLA BRASILEIRA DE PSICANÁLISE (ABR/2014)
É com alegria que apresento o Cartaz
da nossa VII Jornada, que está
intitulada “Quando a fala cala, a bala
fala” – o que a psicanálise diz sobre a violência? . Ela
vem fazer coro ao tema do XX Encontro Brasileiro do Campo Freudiano da Escola
Brasileira de Psicanálise que tratará, em Novembro, a temática “Trauma nos
corpos e Violência nas cidades”. Adiantaremos em nossa Jornada regional aquilo
que veremos mais amplamente no encontro nacional onde psicanalistas de todo o Brasil discutirão a questão da violência, aquela que
faz trauma nos corpos e é da ordem do privado e aquela que se passa no âmbito
do espaço público, e que também afeta o
sujeito.
“Quando a fala cala, a bala fala...” representa
um claudicar do sujeito humano, que pode levar à irrupção da violência. Estudar
o que faz essa irrupção da violência no âmbito do privado do sujeito deve ser a
nossa tarefa enquanto analistas e estudiosos da psicanálise, que mantêm a sua
crença no inconsciente. As causas da violência nas cidades podem ser explicadas
por diversos saberes: sociológicos, jurídicos, médicos etc., entretanto, para a
psicanálise o que nos orienta, através de Lacan, é saber que as manifestações de violência de
uma época dizem respeito a um modo de expressão da pulsão de morte. E podem
estar diretamente ligadas a um momento histórico, cultural da civilização.
Nossa contemporaneidade nos aponta
para um enfraquecimento da ordem simbólica, onde o Outro não existe, ou seja,
onde as referências e aquilo que orientava as coisas do mundo e do homem estão
desacreditadas. A ciência é valorizada e buscada para dar respostas a diversas questões,
mas, ela também claudica. E o que se torna exposto é esse sujeito desamparado, desconectado do
Outro e de sua cadeia de significantes que lhe representa. Em uma era tecnológica o sujeito está ligado,
conectado nos objetos gadgets[i],
que substituem o objeto pequeno a e transformam as relações entre os sujeitos,
tornado-as virtuais. Anulando a presença significante e desejosa do Outro e transformando
as relações em unilaterais e muitas vezes persecutórias imaginárias. Os objetos não falam. O sujeito da tecnologia fica em angústia, colado
ao seu gadget, em uma expectativa de um real prestes a aparecer, em uma
mensagem do whatsapp, por exemplo. Limitam suas relações vivificadas, suas atividades
do dia-a-dia, e mesmo, o cuidado com o próprio corpo. Uma agitação no corpo é o
que aparece como sinal da angústia, essa, precisa ainda ser subjetivada,
sintomatizada.
Há algo que falha diante da
emergência do real e o simbólico não dá conta desse real. O muro da linguagem,
desde sempre, e agora mais, fracassa em representá-lo. O sujeito vai ao Ato.
A
passagem ao Ato é o que tem caracterizado esse sujeito contemporâneo e a
violência é sua forma de expressão ao vivenciar a angústia. Poderíamos, também,
nos arriscar a dizer que o sintoma pode ser considerado uma expressão da
violência silenciosa da pulsão, à qual o sujeito está submetido; silenciando-o,
inibindo-o a partir de um trauma, de um encontro com o real. Esse sujeito sofre
e goza. Um gozo autista. Cada um a seu modo. O sintoma como uma fala silenciosa
que se repete continuamente em uma pulsão que não cessa de se inscrever e que precisa ser escutado e interpretado,
propiciando uma invenção do sujeito para lidar com isso que se repete e lhe
fornece angústia, sofrimento. E para aquilo que ultrapassa os limites do
sujeito, a loucura do sem limites, o
leva ao encontro com o outro em uma rivalidade que vai além da agressividade e
que é pura pulsão de morte, demonstrada na violência física e civil, destacada
nas páginas dos noticiários, nas redes sociais e mídias, uma violência
banalizada.
A
violência contra a criança, contra as mulheres e o abuso das drogas, a
violência nas escolas, urbana e econômica, experimentada e vista na sociedade
aparece como uma notícia, que, de tão violenta, cala o sujeito, colocando-o em
posição de objeto, submetido, e que não consegue ver saída. Não há proteção do
Outro. Os dispositivos de segurança da sociedade falham e a violência contra o
outro se torna banal. A violência do dia-a-dia é o real escancarado.
No
dispositivo analítico, ao analista cabe a posição daquele a quem se pode
endereçar aquilo que não se sabe, e que está a ponto de bala. Como diria Miquel
Bassols5, o analista é aquele que poderia desarmar e desativar a
bomba prestes a explodir. Eric Laurent3,
também nos ensina que, diante do trauma, o tratamento é dar sentido àquilo que não tem.
Convido
todos a participarem conosco, desde já, dos estudos e preparativos até a
chegada da Jornada, bem como a escreverem seus trabalhos. Teremos as honra de
receber como convidada especial Fernanda Otoni de Barros Brisset (Membro da EBP
e AMP). Divulguem e participem ativamente!
Sejam
todos bem vindos a nossa Jornada!
Ceres
Lêda Félix de Freitas Rubio
Coord.
Geral da VII Jornada Delegação Geral GO/DF.
VI JORNADA DA DELEGAÇÃO GERAL GO/DF
ENTREVISTA COM CRISTIANO PIMENTA (COORDENADOR DA JORNADA), POR JULIANA MELO
Cristiano Pimenta, sobre a VI Jornada da Delegação Geral GO/ DF, o título/tema, 'Intervenções no corpo: a cada um o seu gozo', é um tanto chamativo por permitir vislumbrar esse status do corpo como sede deste acontecimento: o gozo. O que você, como organizador da VI Jornada, tem a dizer sobre as provocações deste tema?
De saída, nós da comissão de organização, tentamos encontrar um tema que estivesse em consonância com os temas mais gerais trabalhados neste ano tanto na EBP quanto nas demais Escolas ligadas à AMP. O tema do VI ENAPOL (Falar com o corpo; a crise das normas e a agitação do real) é uma dessas referências. Podemos dizer que um dos efeitos da crise das normas, aliado ao extremo desenvolvimento do discurso da ciência, seja uma liberação cada vez maior das mais variadas formas de intervenções no corpo. Vemos isso desde uma tatuagem perfurada no corpo, passando pelas intervenções cirúrgicas até a ingestão de drogas, medicamentosas ou não. Tais intervenções, que incidem tanto no corpo real, como no imaginário e também no simbólico, visam um acesso a um mais de gozo. De modo mais abrangente ainda, poderiamos pensar o humano como sendo da ordem de um corpo que sofreu a intervenção de um significante. Mas o que me pareceu ainda mais interessante no título que inventamos é o fato de ele também abranger as intervenções do analista. Sobretudo hoje, época dos novos sintomas, a intervenção do psicanalista não deveria visar - além da trama significante a ser decifrada - atingir o corpo, produzir efeitos no real do corpo? E esses efeitos não são justamente sobre gozo? E não se trata precisamente, como diz Jacques-Alain Miller em Coisas de fineza em psicanálise, do falasser modificar sua relação com o gozo de tal modo a poder extrair prazer do seu sinthoma? Portanto, os significantes INTERVENÇÕES NO CORPO: A CADA UM SEU GOZO orientam nossos trabalho para a VI Jornada da Delegação Geral GO/DF da EBP.
E o que dizer sobre as expectativas, os objetivos e os desafios deste evento, a VI Jornada da Delegação Geral GO/ DF?
As expectativas são as melhores, sobretudo porque teremos pela primeira vez, a presença de um convidado internacional, o psiquiatra e psicanalista suíço François Ansermet, Membro da NSL, ECF e da AMP. Aliás, o nosso subtítulo, "A cada um o seu gozo" é inspirado em um de seus livros "A cada qual su cérebro: plasticidad neuronal e inconsciente", que está publicado em espanhol. Vale lembrar que este livro será estudado por nós na Sede da Delegação Geral GO/DF, dia 24 de agosto às 8h:30m, com a presença de Marcelo Veras, Diretor da EBP. Além disso, também estará presente na VI Jornada a psicanalista Maria do Rosário, Membro do Conselho da EBP.
Os desafios de nossa Jornada são vários. É preciso dizer que cabe aos praticantes da psicanálise, aqueles de alguma forma ligados à EBP, envolver ao máximo os interessados das mais diversas áreas, a opinião esclarecida de nossa cidade de nosso Estado e também do Distrito Federal, nessa atividade, no sentido de presentificar a psicanálise de Orientação Lacaniana na vida da cidade. Mas o desafio, e retomando a questão sobre os objetivos deste evento, é também o de que esse encontro, e os trabalhos nele apresentados, possam produzir marcas ao nível da singularidade de cada um. A via da psicanálise, mesmo que tenha no horizonte o que Miller chamou de uma "humanidade analisante" (vejam a revista Correio n. 72), é sempre a via do um por um.
A VI Jornada da DG GO/DF acontecerá nos dias 21 e 22 de Outubro, no Auditório da área 4 da PUC. Para maiores informações, os endereços:















































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3 comentários:
Parabéns aos colegas, Cristiano e Juliana, adorei a entrevista.Clara, breve e com os informes suficientes para despertar o interesse de participar. Denizye
Parabéns aos colegas, Cristiano e Juliana, adorei a entrevista.Clara, breve e com os informes suficientes para despertar o interesse de participar. Denizye
Qual o valor? Como e onde faço minha inscrição? Suellemnunes17@gmail.com por favor solícito maiores informações via email.
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